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terça-feira, janeiro 26, 2016

Um Leigo de Speed/Road Bike

Já faz um tempo que venho namorando as bicicletas de estrada nas lojas mas além da questão do dólar alto também tinha alguns receios, afinal, sou ciclista urbano, logo a mountain bike da conta do recado e ainda me protege das irregularidades das ruas e avenidas de São Paulo.

Mas não tem jeito, a vida é uma só e me decidi por comprar uma Speed e assim dar uma irmã para minha MTB (sim, assim como os videogames acho que ter os dois tipos de bikes são essenciais tal qual Nintendo complementa o Playstation e vice versa).

Após pesquisar muito identifiquei que existem diversas oportunidades de bikes usadas, com ótima relação e um preço incrível mas a dificuldade reside em achar um tamanho bacana.

Até que achei um modelo zerado da Trek Series 1.2 de 2014 (muitas lojas ainda comercializam esse modelo 2014) por um preço ótimo, principal vantagem da 1.2 para a 1.1 2015 é a relação, Shimano Sora X Shimano Claris, ambos modelos de entrada mas para o que eu procuro que é justamente uma ambientação nesse meio está perfeito.


Primeira volta estranhei horrores, principalmente a troca de marchas usando o STI.
Segunda volta já peguei um pouco mais de confiança, dia seguinte volta da minha casa até a academia: 9km pegando duas grandes avenidas.

Percepções:

- A pegada da um pouco de cansaço nas mãos(testei apenas dois tipos de pegada);
- Devido ao leve peso e pneus finos obviamente é muito mais rápido alcançar velocidades padrões, de 0 a 25 e de 20 a 30 é muito mais rápido do que a MTB;
- Devido ao desconhecimento do cambio ainda não utilizei a coroa maior, logo não pude dar aquele puta sprint mas conforme relatei anteriormente é mais rápido alcançar certas velocidades mas não é tão milagroso como pensei chegar a velocidades mais altas (40 a 50);
- Curvas, a bike é mais “arisca” que a MTB então todo cuidado é pouco, na avenida bandeirantes fui fazer uma mudança de faixa e fui um pouco brusco resultando na bike fazendo uma curva deveras brusca também;
- Leve desconforto na lombar, porém ainda não fiz os ajustes do bike fit;
- O grande problema: Buracos, desníveis, devido ao garfo rígido e pneus finos o impacto é violento, portanto devemos reduzir bastante a velocidade, ainda preciso aprender alguma técnica pra ultrapassar esses obstáculos da cidade.

Resultado: Adorei, não abro mão da minha MTB mas agora posso dizer que também não abro mão da Speed, é aquele negócio, revezar ambas no meu caminho diário ao trabalho, aprender mais sobre as técnicas de Speed .


E finalmente para lazer MTB nas estradas de terra e trlhas e Speed nas estradas e asfalto.

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