Google+ Endorfinando - Paixão por Esportes: 2012

segunda-feira, dezembro 31, 2012

Adeus 2012 ! Promessas para 2013

2012 começou com a promessa de muito treino e algumas provas, gosto de fazer provas mas elas exigem que você sacrifique o final de semana e confesso que nesse ano não estava com muita disposição para isso, até tentei correr a São Silvestre mas não consegui inscrição, para compensar, fiz 10km hoje cedo para aliviar a culpa e também pela simbologia de suar e deixar tudo de ruím em 2012 e as coisas boas como inspiração para 2013.

Em relação a treino, eu particularmente tive meses de bastante treinamento e meses quase que nulos.

Dezembro foi semi-nulo mas antes do trabalho em pleno dia 31 mandei uma corridinha Campo Belo / Ibirapuera;

Corrida de hoje :



Dados pífios de 2012 :



Metas 2013: Uma prova por mês e a Meia do RJ .

Resumindo 2012, foi um ano bom, com algumas coisas difíceis e bem duras, voltei a viver uma coisa bacana que infelizmente não terminou como eu esperava mas nem tudo na vida é como queremos, as vezes vem e vai sem muita explicação...mas ok ... tudo isso foi pra finalizar uma fase que durou 4 anos e que agora me liberta pra finalmente viver muito, um 2013 bem pleno.

quinta-feira, dezembro 13, 2012

O Alcool e o Esporte

Gosto muito da minha cerveja e sou daqueles que treinam pesado, encaram uma boemia e no dia seguinte treinam novamente.

Partindo desse pensamento, após uma bebedeira em comemoração a mais um titulo do Tricolor Soberano e me preparando pra correr ao menos uns 8 kms resolvi pesquisar os efeitos do alcool no corpo, encontrei as seguintes menções :

Os Atletas e o Álcool
Quantos atletas consomem bebidas alcoólicas e em que quantidade? É difícil encontrar respostas confiáveis para essas perguntas. Em primeiro lugar, já que fornece, caracteristicamente, menor contribuição para ingestão diária de energia (geralmente menos de 5% da ingestão total de energia em adultos), com freqüência, a ingestão de álcool é excluída dos resultados das pesquisas alimentares em atletas ou simplesmente esquecida. Em segundo lugar, os especialistas em pesquisas alimentares dizem que os relatos pessoais sobre o próprio consumo de álcool são particularmente questionáveis. Por temerem discriminação, os atletas omitem informações ou exageram nos dados para se exibir.
Em geral, as pesquisas alimentares com atletas que incluem informações sobre consumo de bebidas alcoólicas sugerem que o álcool contribui com 0 a 5% para a ingestão total de energia na dieta diária. Esses valores podem fornecer uma visão distorcida dos hábitos alcoólicos dos atletas. Afinal, muitos deles só consomem álcool algumas poucas vezes por semana ou por mês, porém, nessas ocasiões, tomam grandes quantidades. Tal padrão foi demonstrado em uma pesquisa alimentar com jogadores de futebol da Austrália, cuja ingestão diária média de álcool foi registrada em modestas 20 g ou duas doses padrão. A maior parte dessa ingestão ocorria durante reuniões para comemorar ou lamentar o resultado dos jogos; nesses eventos, a ingestão média era de 120 g (em uma faixa de 27 a 368 g), o que significa uma contribuição média de 19% (em uma faixa de 3 a 43%) para a ingestão total de energia.
Esses relatos pessoais de ingestão excessiva de álcool após o jogo foram confirmados pela estimativa dos níveis de álcool no sangue (BALs – blood alrohollevels) em uma sessão de treinamento realizada na manhã seguinte após o jogo: 34% dos jogadores registraram um BAL positivo; 10% deles apresentaram um nível acima do limite permitido pela legislação para dirigir um veículo auto motivo. Bebedeiras são temas freqüentes de conversas ou de reportagens na mídia sobre as façanhas dos atletas fora dos campos. Parece que elas ocorrem com maior freqüência após sessão esportiva, em eventos sociais relacionados com o esporte ou em companhia de outros atletas. A ingestão de bebidas alcoólicas após o exercício gera vários tipos de racionalizações e justificativas por parte dos atletas, inclusive as do tipo “todo mundo faz isso”, “eu bebo só uma vez na semana” e “eu posso eliminar tudo na sauna amanhã cedo”. Em alguns casos, esses episódios são romantizados e admira-se a façanha dos que bebem. Não sabemos se a ingestão total de álcool ou os eventos em que há grande consumo alcoólico são diferentes no caso dos atletas e da população em geral. Várias teorias têm sido propostas para explicar associações prováveis entre o esporte e o consumo de álcool.
De um lado, sugere-se que os atletas ingerem menos álcool em razão da elevada auto-estima, do estilo de vida mais rigoroso e do maior interesse na própria saúde e no desempenho. De outro, associam o álcool aos rituais de relaxamento e celebração no esporte e à exposição a determinados riscos, que, no caso dos atletas, seriam maiores. Vários estudos realizados em diferentes países mostram que os relatos dos atletas incluem ingestões de álcool maiores do que as dos sedentários, sendo que os jogadores de equipes esportivas são os que relatam maiores ingestões. Embora indícios apontem para o fato de que muitos atletas consomem álcool em quantidades excessivas, pelo menos em algumas ocasiões, fazem-se necessários outros estudos para precisar a ingestão de álcool e os padrões de consumo dos atletas. As informações sobre as atitudes e as crenças dos atletas em relação ao álcool também são importantes, pois permitem a orientação dos programas educacionais especificamente para as práticas de consumo de álcool realmente prejudiciais ao desempenho ou à saúde do atleta.

Efeitos da ingestão acentuada de álcool sobre o exercício

Anteriormente, alguns atletas consumiam álcool logo após ou durante um evento na esperança de aumentar o desempenho. Acreditava-se que o álcool diminuía a sensibilidade à dor e aumentava a confiança. Pensava-se que os efeitos adicionais sobre o sistema cardiovascular incluíam a redução de tremores e da excitação emocional induzida pelo estresse. Tais fatores são considerados importantes no desenvolvimento da prática de esportes que dependem do controle motor fino. Por esse motivo, embora não esteja mais na lista de substâncias que caracterizam o doping, elaborada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), o álcool continua banido de esportes como tiro e esgrima. Na prática do esporte moderno, poucos atletas consumiriam álcool durante o exercício com intenção de melhorar o desempenho. Mesmo em esportes como o dardo e o bilhar, em que os participantes geralmente bebem durante a competição, essa prática provavelmente reflete a cultura dos jogos praticados nos ambientes dos hotéis. De modo semelhante, algumas pessoas realizam exercícios, como esquiar, nos momentos de lazer, com nível positivo de álcool no sangue em razão das atividades sociais entre as sessões do exercício. Por isso, é útil examinarmos os efeitos do álcool sobre o metabolismo e o desempenho no exercício. É difícil, porém, determinar esses resultados, pois o álcool tem uma série de efeitos sobre vários tecidos do corpo, provocando grandes variações nas respostas individuais à ingestão de álcool. Em uma declaração oficial publicada em 1982 pela American College of Sports Medicine, foi feita uma avaliação dos efeitos mais sérios da ingestão do álcool sobre o metabolismo e o desempenho no exercício. A conclusão era de que o álcool não contribuía de forma significativa para as reservas de energia utilizadas durante o exercício; em situações de exercício prolongado, até poderia aumentar o risco de hipoglicemia em conseqüência da supressão da produção de glicose pelo fígado. O aumento da perda de calor pode estar associado a essa hipoglicemia, assim como a vasodilatação cutânea como conseqüência do exercício e que debilita a regulação da temperatura em ambientes frios. Estudos a respeito dos efeitos do álcool sobre as funções cardiovascular, respiratória e muscular fornecem resultados conflitantes. Esses resultados variam de acordo com a dose de álcool consumida; além disso, há considerável variabilidade nas respostas de indivíduos diferentes. É difícil realizar estudos sobre o álcool de acordo com os princípios ideais da pesquisa científica, pois não é fácil fornecer tratamento de placebo adequado – as pessoas geralmente sabem quando consomem grandes quantidades de álcool e esse conhecimento pode influenciar em seu desempenho. Comitês de ética também se apresentam relutantes em aprovar estudos que pareçam encorajar o consumo de álcool. A conclusão geralmente aceita é de que grandes ingestões de álcool não apresentam efeitos benéficos à função muscular e, na verdade, o álcool pode surtir efeitos prejudiciais sobre o desempenho no exercício quando consumido em doses altas. Estudos sobre o álcool, a habilidade e o controle motor fino mostram um efeito prejudicial de quantidades pequenas a moderadas no tempo de reação, coordenação entre mão-olho, precisão, equilíbrio e tarefas complexas. Na verdade, inexistem indícios que apontem para efeitos benéficos relacionados à redução no tremor muscular. Não obstante, a ingestão de álcool pode aumentar o sentimento de autoconfiança, o que, por sua vez, pode melhorar o desempenho ou a percepção do desempenho em algumas situações. Fortes são as razões para proibir os motoristas de dirigir veículos automotivos após consumirem quantidades moderadas a grandes de álcool, uma vez que isso interfere na habilidade e na capacidade de julgamento envolvidas nessa atividade. Nesse aspecto, o desempenho no esporte não é diferente do ato de dirigir.

Efeitos da ingestão acentuada de álcool sobre a recuperação após o exercício

A ingestão de álcool e as bebedeiras parecem particularmente relacionadas com as atividades pós-competição e, ainda, até com os ritos sociais seguidos ao treinamento ou à prática das sessões esportivas em muitas modalidades. Nessa etapa, os atletas costumam ficar desidratados e com poucos alimentos no estômago. Isso porque trata-se do dia da competição. Portanto, o álcool consumido após o exercício é absorvido mais rapidamente e tem maior probabilidade de provocar efeitos mais sérios do que em circunstâncias normais. Por isso, é importante examinar os efeitos do álcool nos processos essenciais para a recuperação após o exercício e no desempenho durante os conjuntos de exercícios subseqüentes.

Reidratação

A reidratação é um componente importante na recuperação pós-exercício. A reposição dos fluidos consiste no equilíbrio entre a quantidade de fluidos que o atleta vai ingerir após o exercício e as perdas. A palatabilidade das bebidas fornecidas após o exercício ajuda a determinar a ingestão total de fluidos, enquanto a reposição das perdas de sódio é o principal determinante do êxito da retenção (ver Capítulo 9). Sugeriu-se que a cerveja é uma bebida aceitável no período pós-exercício porque o atleta consumiria, voluntariamente, grande volumes! A cerveja não dispõe de conteúdo substancial de sódio (a não ser acompanhada da ingestão de alimentos salgados). Além disso, o álcool é conhecido por sua ação diurética, que tende a promover aumento nas perdas pela urina. Em estudo realizado por Susan Shirreffs e Ron Maughan, foi examinado o efeito do álcool na reidratação pós-exercício de indivíduos cuja perda de fluidos equivalia a 2% da massa corporal (BM – body mass). Os indivíduos repuseram 150% desse volume de fluidos por meio do consumo de bebidas que continham O, 1, 2 e 4% de álcool. A conclusão foi que o volume total de urina produzido durante as seis horas de recuperação era proporcional ao conteúdo de álcool dos fluidos. No caso dos que ingeriram as bebidas com 4% de álcool, ainda havia desidratação no final do período de recuperação, apesar de esses indivíduos terem consumido um volume 1,5 vez maior do que o déficit de fluidos. Embora a variabilidade individual deva ser levada em conta, esse estudo sugere que a ingestão de quantidades significativas de álcool interfere na reidratação. Na prática, estima-se que cervejas com baixo teor alcoólico (menos de 2% de álcool) ou cervejas shandy (misturada com igual porção de limonada para diluir o conteúdo alcoólico e fornecer algum carboidrato) não prejudiquem a reidratação. Na verdade, essas bebidas podem ser úteis para encorajar grandes ingestões de líquidos em atletas desidratados. Nesse caso, o conteúdo de carboidratos da limonada pode ser útil para reabastecer as reservas de glicogênio. De outro modo, vinhos e destilados com teor alcoólico mais concentrado não são recomendados, pois a reposição eficaz de fluidos seria reduzida pela combinação de menores volumes com maior ingestão de álcool. Quando é necessária uma reidratação rápida, o atleta deve limitar-se a um plano de ingestão considerável de fluidos que inclua a reposição de sódio.

Orientações para o consumo sensato de álcool

É importante que os atletas estabeleçam um plano sensato em relação à ingestão de álcool. Apresentamos algumas sugestões a seguir. 1- Consumir ou não bebidas alcoólicas é uma decisão pessoal do atleta. O álcool não é componente essencial da dieta. Não existem indícios de prejuízos à saúde e ao desempenho quando o álcool é utilizado com sensatez. 2- As orientações gerais à população de vários países contêm mensagens sobre ingestões de álcool “seguras e saudáveis”. Em geral, sugere-se que a ingestão média diária seja inferior a 40 até 50 g (4 a 5 doses padrão) para os homens e talvez 20 a 30 g (2 a 3 doses padrão) para as mulheres. As bebedeiras são desencorajadas. Já que a tolerância individual ao álcool é variável, fica difícil estabelecer uma definição precisa para ingestão “pesada” ou “bebedeira”. Ingestões de 80 a 100 g (8 a 10 doses padrão) em um único evento podem caracterizar ingestão “pesada” para a maioria das pessoas. 3- O álcool é um alimento rico em energia (e pobre em nutrientes) e pode ser prejudicial quando o atleta está tentando reduzir a gordura corporal. 4- É desaconselhável a ingestão de grandes quantidades de álcool na noite anterior à competição. No entanto, parece improvável que a ingestão de 1 ou 2 doses padrão exerça efeitos negativos sobre a maioria dos atletas. 5-A ingestão de álcool imediatamente antes ou depois do exercício não melhora o desempenho. Para muitos atletas, isso pode prejudicar o desempenho, particularmente as habilidades psicomotoras e a capacidade de julgamento. Assim, o atleta não deve consumir bebidas alcoólicas com intenção de aumentar o desempenho e deve ser cuidadoso nas situações que envolvem a prática de exercícios e a ingestão social de álcool. 6- A ingestão excessiva de álcool pode interferir na recuperação após o exercício. Isso pode prejudicar diretamente a reidratação, a recuperação do glicogênio e a reparação de danos ao tecido mole. Mais importante ainda é o fato de que o atleta provavelmente não vai se lembrar de seguir as orientações para recuperação ótima se estiver intoxicado. Portanto, ele deve seguir essas orientações antes de consumir qualquer tipo de bebida alcoólica. No caso do atleta cujo tecido mole sofreu algum tipo de dano, nenhuma bebida alcoólica deve ser consumida durante as 24 horas que se seguem ao evento. 7- O atleta deve fazer a reidratação com os fluidos apropriados, em quantidades maiores do que as do déficit. Cervejas com baixo teor alcoólico e coquetéis com cerveja podem ser adequados e parecem estimular a ingestão de grandes volumes. As bebidas que contêm mais de 2% de álcool não são recomendadas durante a reidratação. As melhores opções são as bebidas esportivas, os sucos de frutas e os refrigerantes (cujo conteúdo inclua carboidratos) e água (quando o reabastecimento com combustíveis não é essencial). A reposição de sódio por meio de bebidas esportivas, por soluções de reidratação oral ou por alimentos com sal, também é importante para estimular a retenção desses fluidos de reidratação. 8- Antes de consumir bebidas alcoólicas após o exercício, o atleta deve ingerir refeição ou lanches com alto teor de carboidratos para ajudar na recuperação do glicogênio dos músculos. A ingestão de alimentos também ajuda a diminuir a taxa de absorção do álcool e conseqüentemente a taxa de intoxicação. 9- Depois de atender às prioridades do período de recuperação pós-exercício, o atleta que decidir beber é encorajado a fazê-lo com “moderação”. As campanhas educacionais sobre o ato de beber e dirigir, veiculadas em vários países, orientam para uma ingestão de álcool sensata e moderada. 10- Os atletas que bebem muito após a competição ou em outras situações não devem dirigir nem realizar atividades de risco. 11- É difícil mudar as atitudes e os comportamentos dos atletas em relação ao álcool. Técnicos, coordenadores e profissionais da medicina esportiva podem divulgar orientações tais como as listadas anteriormente. É importante reforçar essas mensagens com infra-estrutura que incentive o consumo sensato de bebidas alcoólicas. O álcool deve ser banido, por exemplo, dos vestiários e substituído por lanches ou refeições apropriados ao período de recuperação. Em muitos casos, os atletas bebem quando estão com os colegas; assim, pode ser mais fácil alterar o ambiente em que isso ocorre do que mudar as atitudes imediatas.

Considerações Finais

O álcool está fortemente relacionado com o esporte moderno. As ingestões de álcool e os padrões de consumo de bebidas alcoólicas por atletas ainda não foram bem estudados. Parece que alguns atletas costumam tomar porres que, em geral, estão associados à socialização pós-competição. Não há provas de que o álcool aumente o desempenho esportivo; na verdade, indícios apontam que a ingestão durante o exercício ou imediatamente antes dele, ou grandes quantidades consumi das na noite anterior ao exercício, prejudica o desempenho. Existem diferenças consideráveis nas respostas dos indivíduos à ingestão de álcool. Há probabilidade de prejuízos à recuperação após o exercício, principalmente porque o atleta intoxicado não costuma seguir as recomendações necessárias para recuperação ótima. Os atletas não estão imunes aos problemas causados pelo álcool, inclusive ao grande risco de acidentes de automóvel quando o motorista se excede na ingestão de bebidas alcoólicas. Além da necessidade de criação de campanhas educacionais voltadas para os atletas a fim de incentivar práticas de consumo de álcool sensatas, seria importante também utilizar o atleta como porta-voz de mensagens educacionais dirigidas à comunidade. Os atletas são admirados pela população em geral e podem ser transformados em educadores eficazes nessa área. O álcool é consumido em maior ou menor quantidade pela maioria dos adultos em todo o mundo. Portanto, seria muito útil uma campanha educacional que explicasse como usá10 para melhorar o estilo de vida ao invés de prejudicar a saúde e o desempenho. Fonte: Livro Nutrição Esportiva / Ronald J. Maughan e Louise M. Burke; trad. Denise Regina de Sales – Porto Alegre: Artmed, 2004. "
Enfim.... bebo, treino...e to vivendo !

quinta-feira, novembro 15, 2012

Treino Sem Destino

Ultimamente meus treinos tem sido bem burocráticos e somente na esteira, no entanto no último sabado acordei com aquela vontade de fazer um treino sem compromisso, arejar a cabeça e pensar racionalmente (afinal eu acredito piamente que quando praticamos atividade física conseguimos expurgar as emoções que muitas vezes causam miopia em nossas interpretações ), no entanto assim que pensei nos percursos que sempre faço confesso que já me deu uma enorme preguiça.

Calcei o tênis e sai para meu trote e tive um insight, decidi correr sem destino definido por ruas e vias das quais nunca havia treinado antes, no caminho muita gente na mesma energia, desci o Brooklin, peguei a Berrini, subi pela Espraiada e voltei ao Campo Belo, treino leve, 7 km apenas ( mas se soubessem minhas condições fisícas diriam que foi o equivalente a uma maratona ) e acabou sendo um baita treino, limpei minha mente, tive prazer na atividade física ( coisa que até então só vinha sentindo após finalizar a atividade ) e fiquei tranquilo para lidar com minhas questões.

Abaixo percurso registrado pelo Nike SportWatch .



Moral da história:  Está entendiado com seus treinos ??? Corra sem destino, sem rotina...

terça-feira, novembro 13, 2012

Atividade Física e D-us


Engraçado, mesmo quando não consigo concluir minha atividade física, durante o breve momento em que a pratico, reflito sobre a palavra religião, que como sabemos significa religação com o divino mas ao meu ver é mal empregada, pois é usada para designar linhas teológicas e segregação de grupos.

Ok, eu acho que o divino está em tudo, mas o momento de nos ligarmos ao divino ocorre muitas vezes sem percebermos, no meu caso, sinto o divino em um beijo sincero, quando concluo uma atividade física ao ar livre, sinto o sol , chuva, bento abraçar meu corpo ou mesmo quando após levarmos nosso corpo ao limite vem aquela boa sensação de alívio após a conclusão.

Seja com sol, céu azul, frio ou chuva, é literalmente divino, atividade física te leva a um pensamento mais equilibrado, natureza te liga com o divino, sendo assim, isso sim é religião, a forma certa de empregar a palavra.


terça-feira, maio 22, 2012

Novo Nike+ Junho/2012

Quando o Nike+ surgiu, foi uma revolução aos esportistas que queriam um estímulo na corrida, afinal, você colocava o Ipod e entre suas músicas preferidas você escutava um feedback do seu treino.
Quem se lembra da primeira versão da comunidade Nike+ ?

Porém o tempo passou, a tecnologia mudou e o Nike+Ipod ficou ultrapassado devido a chegada de produtos com preços acessíveis e com precisão melhor ( GPS ) , entre eles o Garmin.

De fato o Garmin trouxe uma nova revolução mas a análise do exercício era apenas o básico, com percurso, distância e velocidade. O Nike+ continuava mais completo, principalmente devido a diversas funcionalidades, entre elas a principal: os desafios entre os membros da comunidade, isso por si só deixava a ferramenta pós corrida superior aos concorrentes, sendo assim, veio a segunda ( e atual ) versão da comunidade Nike+, com diversas melhorias, entre elas a possibilidade de você adicionar amigos , ficando bem parecido com as redes sociais tradicionais. Mas nem tudo é um mar de rosas, de fato vieram diversas melhorias mas em contrapartida retiraram o ranking que media os mais rápidos do mês e total geral, os que correm um número maior de distância no mês e total geral e segmentação por região ou mundial.

Com o tempo foram incorporados outras ferramentas além do Ipod, como o Sportband e aplicativo para Ipod Touch e Iphone ( estes possibilitando o uso do GPS e não somente do chip , o que garante maior precisão ).

O tempo continuou passando e a Nike finalmente lançou um gadget a altura do Garmin e Polar, assim chegou o Nike SportWatch GPS.

Algumas pequenas melhorias também  chegaram, como os níveis segmentados pela distância:

Até que finalmente a Nike anuncia a terceira atualização, prometendo abranger muito mais que o Nike+ atual abrange:



Que venha a terceira revolução do Nike+, a verdade é que a Nike vai continuar na frente de todas ferramentas existentes, não entendo como o Garmin Connect ou miCoach da adidas não fizeram o que o Nike+ tem de melhor que são os desafios e diversas funcionalidades. Posto isso, nos resta esperar a atualziação e apenas constatar a permanencia da Nike na  vanguarda das ferramentas pós-treinos.

sexta-feira, maio 18, 2012

Jogador Gerson fala mal dos Corredores de Rua...

Segue texto do meu amigo Jorge Ultramaratonista, fiz questão de reproduzir na íntegra...


Na 6ª feira passada, dia 11 Maio 2012, na hora do almoço, no programa "Jogo Aberto" na rede de TV BAND do Rio, o ex-jogador de futebol Gerson, que muitos conhecem como Canhotinha de Ouro deu a seguinte declaração ao vivo por causa da Corrida da Ponte: "Ele nos intitulou de um BANDO DE PALHAÇOS, pois alegou que era um absurdo um aviso que ele viu na rua informando para os motoristas evitarem usar a Ponte Rio Niterói no Domingo dia 20/05, e que eles e outras pessoas queriam saber por onde iriam passar, pois ele vai trabalhar neste dia, diferente do "bando de desocupados"que estariam no evento.
Eu e muitos corredores ficamos indignados com esta declaração. O que "este" cidadão esqueceu de reparar, é que a Corrida da Ponte é um evento ESPORTIVO, e quem estará participando é a GALERA DA SAÚDE, e o trânsito não estará fechado, a pista estará compartilhada com os carros, separados por cones e grades. Não temos culpa se ele é BURRO e não sabe entender o quê lê...EVITAR A PONTE não significa INTERROMPIDO. E mais, além de BURRO, ele é um idiota pois continua sustentando as indústrias do setor tabagista, pois é fumante e nunca foi um exemplo de atleta.
É triste escultar isto de alguém da área do comentário esportivo, pois demonstrou toda sua INCOMPETÊNCIA, e bem às vésperas de uma Copa do Mundo no Brasil e uma Olimpíada no Rio de Janeiro.
Temos que protestar até que ele se retrate em público.

Essa informação acima fiz circular pelo FACEBOOK, mandei para diversas pessoas ligadas ligadas ao Atletismo: João Traven(Organizador da Corrida da Ponte), vários técnicos de corridas e para vários corredores e todos ficaram indignados.

Eu e vários corredores entramos na página do Programa Jogo Aberto Rio no Facebook, e mandamos a nossa mensagem de indignação, pois no dia 17 Maio 2012 o programa Jogo Aberto no Facebook me escreveu informando que o Gérson comentou sobre este caso no programa ao vivo no dia anterior, mas não informou o que ele disse, daí retornei a escrever ao programa que por questão de trabalho justamente no dia 15 Maio não deu para assistir o programa e perguntei o que ele falou sobre o assunto, não obtendo resposta até hoje.

O organizador da prova acionou a Assessoria de Imprensa da Corrida da Ponte e foi enviada a seguinte mensagem a TV BAND:
"A Dream Factory Sports e a Spiridon Eventos, organizadoras da Corrida da Ponte, vêm por meio desta repudiar a forma com que o evento e os praticantes de corrida foram tratados nesta rádio pelo comentarista Gérson.
A corrida de rua é uma modalidade esportiva que mais ganha praticantes no mundo e, em especial no Brasil, já são mais de oito milhões de atletas, o que confere ao esporte a condição de segundo mais praticado no país, atrás apenas do futebol. Trata-se de um esporte democrático, que agrega pessoas de diferentes idades, sexo e tipos físicos, e traz inúmeros benefícios à qualidade de vida e à saúde, como redução e controle da hipertensão, colesterol, obesidade, entre outros. Também é uma importante ferramenta social. No caso específico da Corrida da Ponte, há inscrições gratuitas para pessoas de comunidades carentes e projetos sociais, bem como premiação em dinheiro e incentivo aos portadores de necessidades especiais.
Com o crescimento do número de praticantes e provas, a economia é fortemente estimulada. Na Corrida da Ponte, são mais de duas mil pessoas trabalhando diretamente para o evento. Na Maratona do Rio, também a cargo da Dream Factory Sports e Spiridon Eventos, e que traz parte do calendário permanente de eventos internacionais na Cidade do Rio de Janeiro, o impacto financeiro estimado é cerca de R$ 15 milhões em um final de semana, com a ocupação hoteleira da Zona Sul ao Recreio chegando a mais de 70%.
Cabe ressaltar a preocupação primordial da organização e seus parceiros com a logística de interdição das vias por onde a prova passa, contando para isso com todo apoio dos órgãos governamentais e instituições privadas, de modo a informar a população sobre rotas alternativas e tomar medidas que minimizem qualquer impacto. Tanto a data, quanto ao horário e local de largada e chegada são pensados levando em conta os interesses da população.


Na data de hoje dia 18 Maio 2012 - 6ª feira a Assessoria de Imprensa da Corrida da Ponte em nome de Manoela Pena me enviou uma mensagem dizendo que o Ex-jogador Gerson fez a RETRATAÇÃO no mesmo programa na TV BAND na 3ª feira passada dia 15 Maio 2012.


O Gérson foi infeliz falando isso dos corredores e nós não podemos jamais aceitar isso. Procurei pela internet e inclusive no site da Band se tinha este vídeo dele fazendo a retratação mas não achei.


Obrigado a todos Corredores de Rua, Organizadores de Corridas e Técnico de Corridas que se uniram e em prol do nosso querido esporte!!!

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Eis que surge mais uma Meia Maratona em São Paulo

Olá pessoal, este texto não é uma crítica e sim uma observação/opinião sobre como o mercado das corridas está atento as mudanças de objetivos e metas dos corredores.

Até pouco tempo atrás, tínhamos em São Paulo muitas mas muitas corridas de 10K ( motivadas pelo ótimo trabalho da Corpore, O2 e pelo ótimo marketing da falecida Nike 10K ), afinal, era uma nova onda que surgia, a onda da corrida, a maioria eram novos participantes do qual correr 10K já era por si só um baita desafio.

Nessa mesma época, tínhamos apenas a Meia Maratona Internacional de São Paulo ( Yescom ) e a Meia Maratona da Corpore que era disparada a melhor pois a da Yescom teimava em dar duas voltas o que a maioria como eu odeia ( porém hoje esse fato já esta “ consertado “ ).

Os corredores começaram a evoluir e surgiram as 10milhas, nesse meio tempo a Gayotto criou a Meia Maratona das Pontes, ótima corrida diga-se de passagem, inovando no percurso e tudo mais, no entanto parece que São Paulo comportou bem ter três Meias no seu calendário.

As provas de 10K continuaram a crescer, os corredores a evoluir e eis que surge de uma vez só a IIIº etapa do Circuito Athenas e a Meia Maratona da Asics, cujo percurso de ambas é muito semelhante ao das Pontes, sendo assim, tínhamos três meias quase iguais ( Pontes, Asics e Athenas ) a da Yescom a e a da Corpore, será que São Paulo comportava ? Aparentemente sim, desde que se oferecessem outras opções de distância.

Mas não é que com cinco opções no calendário surge outra prova ? Não sabemos ainda o percurso, só sabemos que é da O2 e a pergunta que não quer se calar, vocês já conhecem, São Paulo comporta 06 Meias em seu calendário ?? Não deveríamos pensar em incluir mais uma maratona também ?
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