Google+ Endorfinando - Paixão por Esportes: Junho 2008

segunda-feira, junho 30, 2008

Coração Valente - Treine e entre em forma

Todo cara esperto deveria se preocupar com o seu coração - seja aos 20, 30 ou 40 anos. Se você faz questão de malhar todos os músculos do corpo, deveria estender o cuidado ao mais importante deles. Assim, além de ganhar mais fôlego e resistência, afasta o risco de doenças cardíacas, como hipertensão e infarto. A melhor maneira de aprimorar sua capacidade cardiorrespiratória é por meio do treino aeróbico. Quer dizer, incorporando à sua rotina caminhada, corrida e bike, mas com disciplina e método. Por isso, decidimos dar um empurrão e oferecemos um programa pronto para você alcançar um ótimo nível de condicionamento em apenas quatro semanas, seja qual for sua idade. E, junto, entregamos de bandeja um cardápio energético para ajudá-lo a encarar o desafio.


O músculo mais exigido
- O coração funciona como a casa das máquinas do organismo, bombeando sangue oxigenado até os tecidos, órgãos e músculos. Aliás, ele é um músculo também - e o mais exigido de todos ao longo da vida. "Exercícios ajudam a fortalecê- lo, como qualquer outro músculo", explica Michael Crawford, chefe da clínica de cardiologia da Universidade da Califórnia (EUA). O órgão pesa aproximadamente 300 gramas e é do tamanho da sua mão fechada. Com um programa e1 ciente de exercícios, ele pode chegar a medir - acredite - duas mãos! E o aumento em tamanho e força faz com que ele bombeie mais sangue a cada batida.

Por outro lado, se você não pratica nenhuma atividade física, ele trabalha com menos e1 ciência. Pior: sedentarismo aliado a dieta inadequada, rica em gorduras, geralmente é sinônimo de obesidade e formação de ateromas. "São placas de gordura que se formam nas artérias e obstruem a circulação sangüínea, causando infarto ou acidente vascular cerebral (derrame)", explica o cardiologista Mario Maranhão, consultor da Organização Mundial de Cardiologia e da Men's Health.

Ah, você é sedentário mas não está muito acima do peso ideal? Só carrega uns pneus na cintura, nada mais? Ruim para você. No ano passado, cientistas da Universidade do Texas (EUA) descobriram que mesmo uma barriga discreta pode ser sinal de propensão para doenças cardíacas. Esses pesquisadores estabeleceram a circunferência da cintura como principal referência para esse risco, mais do que a relação entre peso e altura, critério até então o preferido dos médicos. A explicação é que todos temos dois tipos de gordura: a subcutânea, espalhada por todo o corpo, e a visceral, que envolve os órgãos (fígado, pâncreas, intestino) e se acumula na cintura. Esta é muito mais perniciosa que a subcutânea, pois funciona como barreira à circulação sangüínea. Entre os problemas associados à gordura visceral estão diabetes, pressão alta, colesterol ruim e triglicérides, todos considerados fatores de risco para o coração.

O novo cálculo recebeu aval científico internacional dos responsáveis pelo InterHeart, um dos maiores estudos já feitos para identificar riscos de infarto, que envolveu quase 25 mil pessoas em 52 países. No Brasil, hoje, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), 20% dos cardiologistas daqui já dispensaram o antigo índice de massa corporal (IMC) e adotaram a roporção cintura-quadril (calcule seus dois índices no quadro ao lado).

Mate dois coelhos...

Recentes pesquisas feitas no Brasil sobre os cuidados que os homens dedicam à saúde não são nada animadoras. Segundo balanço feito pela SBC, 50% dos brasileiros entre 25 e 44 anos não praticam nenhuma atividade física. Enquanto isso, o Hospital do Coração de São Paulo chegou à conclusão de que 63% dos executivos entre 18 e 59 anos das classes A e B têm barriga.

Um bom treino aeróbico - corrida, caminhada, bike - mata os dois leões bravos: barriga proeminente e coração em risco. "O exercício melhora a capacidade cardiorrespiratória e o bem estar geral", diz Aloyzio Achutti, cardiologista do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre. Em poucas semanas, o fôlego e a resistência aumentam. E a ansiedade e o estresse diminuem: no cérebro, eleva a produção de serotonina e dopamina, substâncias que proporcionam sensação de relaxamento.

Para estimular o trabalho do sistema cardiorrespiratório, o exercício deve ser contínuo ou de longa duração (mantido por no mínimo 15 minutos sem interrupção) e regular (praticado pelo menos três vezes por semana - quatro ou cinco são o ideal). Vale qualquer atividade que cumpra estes requisitos: caminhada, corrida, ciclismo, futebol, natação, tênis, frescobol ou pular corda. Modalidades de pouco esforço ou muitas interrupções, como golfe, tênis de dupla e voleibol, por exemplo, não trabalham tão bem o condicionamento cardiorrespiratório.

E se você vem dando uma de atleta de 1 m de semana, corre o risco de parar no hospital. "Exercitar-se apenas uma vez por semana, além de inócuo, pode ser perigoso, porque exige um esforço intenso", alerta Carlos Cintra, personal trainer especializado em fisiologia do exercício e coordenador do Jardins Fitness Club, em São Paulo.

Empurre seu limite

Caso você esteja sedentário há muito tempo, vá se condicionando e aos poucos superando seu limite para que o corpo se adapte à cobrança cada vez maior. Você pode ver que o programa das páginas seguintes propõe novos desa1 os a cada semana. "Ao final, a atividade deve se tornar parte integrante de sua rotina", afirma o autor do treino, Wanderlei de Oliveira, diretor da Federação Paulista de Atletismo e fundador do clube Corredores Paulistas Reunidos (Corpore) e da Run for Life, empresa especializada em treinamento de corrida. Pronto? Escolha o programa de sua faixa etária: não importa a idade, é hora de começar. "Se antigamente os sintomas de cardiopatias costumavam aparecer após os 50 anos, hoje jovens na faixa dos 20 são pegos de surpresa por esse tipo de problema", conta o especialista.

Fonte: Men's Health

Por: Rosana Faria de Freitas
Foto: Bob Thomaz/GettImages
Publicado 28/05/2008

sábado, junho 28, 2008

Obrigado

Bom dia pessoal, acredito que poucos me conhecem mas eu sou Daniel Galvão, o novo parceiro do Blog Running Brazil, sou mais um apaixonado por correr, daqueles que pode cair o temporal mas eu to lá correndo e liberando minha endorfina.
Eu postarei uma vez por semana sobre os cases de marketing esportivo, e como esse mercado funciona e como as pessoas respondem aos estímulos, e também fico a cargo de melhorar o marketing e divulgação do nosso blog.
E como o melhor da internet é a liberdade e facilidade da troca de informação entre pessoas, deixo aberto o assunto de qual campanha nossos leitores gostariam de ler, ver e ouvir.
Quem quiser trocar mais idéias é só me procurar no adiciona.

quarta-feira, junho 25, 2008

Nike anuncia a Nike+ Human Race, a maior corrida de 10K do mundo realizada em um único dia

Galera, já publicamos sobre a Human Race mas agora recebemos o comunicado oficial, segue :

Nike anuncia a Nike+ Human Race, a maior corrida de 10K do mundo realizada em um único dia

O mega evento será realizado no dia 31 de agosto de 2008 em 25 cidades de todo o mundo e irá reunir 1 milhão de corredores. Já é possível reservar o seu lugar visitando o site nikeplus.com

São Paulo (SP) – A Nike anuncia a realização da Nike+ Human Race, o maior evento de corrida do mundo realizado em um único dia. A prova acontecerá no dia 31 de agosto em 25 cidades de três continentes, incluindo São Paulo, Buenos Aires, Bogotá, Caracas, Cidade do México, Istambul, Lima, Los Angeles, Londres, Madrid, Melbourne, Nova York, Paris, Quito, Xangai e Vancouver. A corrida também proporciona aos participantes shows de música exclusivos com artistas nacionais e internacionais renomados, que serão anunciados posteriormente. Conhecida como Nike10K, a competição foi disputada nos últimos três anos sempre no mês de novembro.

A partir desta sexta-feira, os interessados em participar deste evento histórico em qualquer uma das cidades podem reservar o seu lugar acessando o site www.nikeplus.com. As inscrições serão abertas oficialmente no dia 2 de junho. Os corredores que moram ou que estarão fora de uma das 25 cidades em que serão realizadas a Nike+ Human Race também poderão participar utilizando o sistema Nike+. Essa tecnologia permite ao usuário sincronizar os seus quilômetros corridos com o computador, no portal nikeplus, ao utilizar o kit Nike+, que permite inserir um chip em alguns tênis Nike e conectá-lo a um Ipod Nano ou o novo Nike+ SportBand.

“A Nike+ Human Race tem o objetivo de inspirar e conectar um milhão de pessoas ao redor do planeta”, afirma Trevor Edwards, vice-presidente de marca da Nike. “Estamos oferecendo aos corredores novas formas de competir e participar de provas em locais icônicos, que terminam com um grande ato musical. Esta é uma maneira inédita de dar aos nossos consumidores uma experiência de corrida totalmente única”, completa.

A prova será realizada em 25 cidades no dia 31 de agosto de 2008, com a primeira largada em Taipei e com o último local a encerrar o evento sendo Los Angeles, nos Estados Unidos. Em diversas cidades, os participantes irão correr em locais históricos, como atravessar a ponte do Bósforo, em Istambul (Turquia), que liga os continentes da Ásia e Europa.

No dia da Nike+ Human Race, a Nike realizará diversas atividades que contarão com a presença de importantes atletas internacionais. Entre eles, o ciclista heptacampeão da Volta da França, Lance Armstrong, que estará na prova de Austin, no Texas (EUA), e a atual campeã da maratona de Nova York, Paula Radcliffe, em Londres.

“Após completar recentemente a Maratona de Boston, acredito que correr é uma das maiores expressões do potencial humano”, diz Armstrong. “Como um corredor assíduo que sou, estou muito orgulhoso de participar da Nike+ Human Race, e incentivo a todos os participantes, de todos os níveis, que se unam em uma comunidade global de através deste evento”.

O portal Nikeplus.com será o destino oficial da Nike+ Human Race. Ali, os corredores poderão aprender mais sobre os novos produtos de treinamento, incluindo o Nike Zoom Victory+, o mais recente calçado de running que incorpora a tecnologia Flywire, que torna o tênis muito mais leve e resistente. A página também permite acessar o novo Nike+ Sport Music, que oferece o melhor em mesclas de música, além de orientação pessoal de treinamento, desenvolvidas especificamente para provas longas ou exercícios em esteira.

Como parte da Nike+ Human Race, os corredores também podem apoiar e contribuir socialmente com a comunidade local. Mais detalhes serão anunciados em breve.

Para mais informações sobre a corrida Nike+ Human Race e a lista completa das cidades, acesse o portal www.nikeplus.com.


segunda-feira, junho 23, 2008

Adaptador para usar o Nike+ em qualquer tênis


Muita gente questiona e até deixa de aproveitar a tecnologia do Nike+ devido a algum receio em relação aos Tênis da Nike ( embora possamos atestar que os tênis da Nike evoluíram muito nos últimos tempos e não deixam a desejar ), porém o que algumas pessoas não sabem é que é possível usar um adaptadorzinho e utilizar qualquer tênis com a tecnologia Nike+.

Eu revezo no momento um Mizuno Nirvava e o Nike Equalon, o Nirvana é pronado-neutro e o Equalon pronado, tenho a pisada pronada mas gosto muito do Nirvana e o Equalon me surpreendeu e tem sido um baita Tênis mas voltando ao assunto, em qualquer tênis da Nike atual, você tem o suporte para colocar o sensor do Nike+ , no suporte o sensor fica retinho e com o adaptador procuro sempre deixá-lo reto também mas a dica que eu deixo é , o adaptador funciona perfeitamente como qualquer tênis Nike funcionaria mas percebi que o importante é deixá-lo reto pois experimentei uma pequena variação nos resultados quando o adaptador ficou um pouco curvado.



Enjoy It.

sexta-feira, junho 20, 2008

Nike Human Race 2008

Eu me perguntava o motivo das corridas Nike fazerem tanto sucesso, afinal a última teve 25.000 inscritos, me perguntava pois é uma corrida que é difícil baixar seu tempo pois é muita gente e tem muito iniciante que larga lá na frente e prejudica quem corre em um nível mais avançado e tem que perder tempo fazendo manobras de ultrapassagem, é uma corrida que já no segundo km você vê pessoas andando...

Mas também é uma corrida festiva, gostosa e divertida, com uma baita estrutura da Corpore e Nike e que acaba agradando iniciantes e corredores mais experientes, aos novatos é a chance de concluir uma 10k sem muita pressão no tempo e aos experientes é a chance de fazer uma corrida despreocupado apenas curtindo cada km.

Este ano temos ainda a inovação, ela deixa de ser Latina e passa a ser mundial, as principais cidades correrão no dia 31.08 e quem quiser correr e não puder ir ao local ou a cidade onde ocorrerá poderá participar virtualmente via Nike+, ou seja, é por isso e outros motivos ( como o show festivo no final ) que a Nike + é o sucesso que é, eu recomendo a todos.

Veja o video divulgação de 2008.


quinta-feira, junho 19, 2008

Entrevista Lupatini - Vencendo o Cigarro com a corrida !

Galera, vou postar aqui uma entrevista com um grande campeão, venceu um adversário muito difícil para a maioria dos seres humanos e com a ajuda da Corrida, conheci nosso amigo Lupatini em um dos desafios do Nike+ e conheci a história dele, sem dúvida nenhuma é uma história que merece ser publicada e servir de incentivo para os demais tabagistas.

Running Brazil: Lupatini, qual sua idade e profissão ?
Rodrigo Lupatini, 29 anos, publicitário.

Running Brazil: Lupatini, vc foi tabagista durante quanto tempo ? Tentou parar de outras formas além da atividade física ?
Comecei a fumar desde os 14, 15 anos. Já havia tentando parar de fumar 1 vez, mas na ocasião apenas parei de fumar, não troquei o vício do cigarro por outro hábito, coisa que hoje acho que é o grande truque para os que fumam e querem parar. Nessa primeira tentativa fiquei sem fumar por 2 anos. Há cerca de 1 ano atrás parei de fumar novamente, porém desta vez eu troquei o cigarro pela corrida.

Running Brazil: Como e quando começou a praticar a corrida ? Venceu o tabagismo com a ajuda da corrida ?
Eu já vinha pensando em tomar um jeito na minha vida. Tomava muito refrigerante, cerca de 4 a 5 litros por dia, não praticava esporte, não pelo menos na vida adulta, pois na adolescência praticava mountain bike, futebol e karate. Tinha uma alimentação completamente torta, como eu digo hoje. De café da manhã eu já mandava um Rufles e uma coca-cola. Almoçava igual um cavalo morto de fome e janta era algo inexistente. Então depois de muito ensaiar, comecei a caminhar com minha namorada no final do dia. A coisa toda foi sendo legal, resolvi que iria tentar correr, fracassei na primeira tentativa, pois fiz sem o menor acompanhamento e acabei na maca de uma clínica de fisioterapia com sessões diárias por 20 dias. Hoje corro 4 vezes por semana e o cigarro é coisa do passado, mas sempre tenho uma mentalização que faço: "Se eu fumar 1 cigarro vou estragar tudo o que já corri". Minha alimentação hoje é normal e muito saudável, sem deixar de ser saborosa.

Running Brazil No início , começou treinando de qual forma ?
Depois de reabilitação, procurei um profissional e ai sim comecei de fato correr. Peguei gosto pela coisa e até já trouxe novos adeptos para a corrida.

Running Brazil: Como conheceu o Nike + ? Ele é essencial para suas corridas ?
Conheci o Nike+ bem no comecinho da minha história de corrida, mais ou menos em junho ou julho de 2007, lá quando eu estava ainda só caminhando. Vi um vídeo no Youtube achei sensacional aquilo tudo e pensei: "vou comprar esse negócio e começar a correr". Achei muito motivadora a idéia de ouvir música, praticar um ato saudável e ainda ouvir e ver o meu progresso. Eu já tinha um Ipod Nano, o fato de ter visto o vídeo me fez então comprar um tênis Nike+ e ai depois comprei o Nike+ Sportkit na Fnac. Hoje o Nike+ não é indispensável para minhas corridas. Corro mesmo nos dias em que por algum motivo, esqueço de carregar o Ipod, ou em dias de chuvas, corro mesmo assim, mas infelizmente não posso levar meu Ipod + Nike+ comigo nesses dias de chuva. Mas confesso que quando não corro com ele fico chateado de não poder ver aquela corrida no site, de não ter computado pontos nos desafios e ajudado a galera das equipes que participo.Como as provas aqui em minha cidade, por mais que seja uma capital, não são lá tão organizadas, eu acho fundamental o uso do Nike+ para poder nas provas estabelecer minha estratégia para aquela corrida.

Running Brazil: O que mais te atraí nos desafios ? O que achou da Liga RB*?
Bom, como não sou um corredor que tem lastro, como dizem no meio e que não tenho muito volume semanal de rodagem, o que mais me chama atenção é o simples fato de trocar uma idéia com o pessoal. Animar aquele "chat" que tem nos desafios e da minha forma contribuir com os km que corro para as equipes que participo. Afinal 5k podem ser só 5k, mas podem também ser fundamental para aquele desempate. .A Liga BR foi o melhor desafio que já participei, estou participando de outro desafio nesse momento, nos mesmos moldes. São desafios que procuram um equilíbrio entre as equipes e principalmente o Liga BR foi um desafio que permitiu cada equipe desmonstrar seu potencial, seja velocidade, rodagem ou resistência. Outra fator positivo que aponto na Liga BR foi a organização, pois devido a existência de nosso comunidade, permitiu que o desafio acontecesse entre pessoas honestas o que infezlismente,em alguns desafios do Nike+ não acontecem, pois ou alguns corredores fora das especificações do desafios entram nos mesmo somente para ganhar dos mais fracos (novatos ou beginners) ou as pessoas utilizam de artimanhas para vencerem.
Por esses motivos é que parabenizo o pessoal da Liba BR e fico sempre na torcida e no incentivo para novos desafios.

Running Brazil:Pretende um dia vencer barreiras maiores e correr uma meia maratona?
Sim sim.... penso em correr não só Meia-Maratonas como a Maratona de Nova York e os 15KM da São Silvestre. Sei que pode soar comum dizer isso. Mas se o mundo inteiro declara essas como duas grandes corridas do mundo eu também quero estar lá.

Caso queira conversar com o Lupatini e demais corredores visite nossa comunidade no orkut.

*Liga RB - Foi uma liga que ocorreu em etapas com desafios de velocidade e distância entre três equipes, maiorres informações ou até mesmo se quiser participar visite o blog http://ligarb.blogspot.com

terça-feira, junho 17, 2008

Running de cara nova !

Pois é galera, estamos de cara nova, é verdade que ainda falta um logo mas creio que em breve teremos um bem bacana e com a cara e conceito do blog.

Quero saber a opinião de vocês sobre a alteração deste template, afinal antes utilizamos um padrão do blogger e acho que inclusive este novo tem a cara dos Desafios Nike que participamos.

Ah,também aproveito aqui para informar o triste fim dos grupos Aves de Fogo e Os Não Corredores que Correm, em conversa com o pessoal da Nike BR ele alegaram que os grupos não tiveram a procura que eles esperavam e decidiram manter somente o Cartel Endorfina, eu não concordo com eles mas paciência, minha camiseta do Aves está aqui e continuará correndo comigo...

sexta-feira, junho 13, 2008

Cerveja dá barriga ?

A maioria dos esportistas costuma dividir seus treinos com algumas paradas para tomar um choppinho mas a pergunta de sempre é : Cerveja dá barriga ?

A cerveja é uma bebida fermentada que, quando consumida em excesso, leva à formação de gases com conseqüente distenção abdominal, dando origem à famosa, deselegante, protuberante e odiada "barriguinha".

Apesar de ser uma bebida com baixo teor alcoólico -- 1 latinha de cerveja tem em média 6% de álcool e por volta de 130 calorias -- é a bebida eleita pelo brasileiro que por sua vez acaba exagerando na dose e consumindo além da conta.
Uma cervejinha não tira ninguém da linha mas váááárias, sem dúvida, não há abdômen que resista à elegância.

Principalmente quando acompanhada pelos engordurados e "engordativos" petiscos (salaminho, provolone, pastéizinhos, croquetes, amendoins, pistaches, castanhas e outros).

Em contrapartida, tomar cerveja de estômago vazio provoca hipoglicemia (baixas taxas de açúcar no sangue) com sintomas de palidez, tontura, fraqueza e mal estar geral.

Extrapolar no consumo da cervejinha, ou qualquer outra bebida alcoólica, leva nosso corpo a buscar e priorizar mecanismos de desintoxicação para a eliminação do etanol (álcool) com conseqüente prejuízo no metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas. Esse desvio no metabolismo proporciona o acúmulo de energia sob a forma de gordura corporal (barriguinha, barrigona, pneuzinhos e todas as formas "odiadas de gordurinhas").

Cada grama de álcool fornece 7 calorias, quase a quantidade de 1 grama de gordura (9 kcal). Com o agravante que as bebidas alcoólicas não fornecem nenhum nutriente de significativa relevância, apenas energia.

Excesso de energia, sem gasto (haja gasto!!) acumula-se sob a forma de gordura corporal, que nos homens ocorre mais na região abdominal (tipo andróide) e nas mulheres mais na região dos quadris e glúteos (tipo ginecóide). Apesar de também estar presente o tipo andróide nas mulheres.

Hoje, sabe-se que o excesso de gordura na região abdominal, independente do fator estético, tem estreita relação com o aumento de riscos para o desenvolvimento das doenças do coração.

Outro detalhe que merece ser lembrado é que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas aumenta a diurese e a desidratação, levando com isso à perda de importantes vitaminas hidrossolúveis (C e Complexo B) e minerais como Cálcio, Zinco e Magnésio.

Então..... pegue leve na "loirinha" porque em excesso ela é a inimiga Número 1 da Saúde e da Boa Forma!!!

terça-feira, junho 10, 2008

Correr na esteira : Prós e contras

A corrida em esteiras tem-se tornado um assunto controverso, deixando muitos atletas confusos. Afinal, vale a pena treinar na esteira? É muito diferente do treino na rua? Depois de muitos anos acompanhando atletas que usam a esteira, minha opinião é que esse trabalho pode ser muito benéfico, em alguns casos até substituindo os treinos ao ar livre.

Os movimentos na rua e na esteira são fundamentalmente diferentes. Na rua, as pernas criam forças propulsoras que aceleram o centro de sua massa e o “lançam” à frente. Esse centro de massa é desacelerado durante a recuperação de cada passada.

Assim, o centro de massa é acelerado e desacelerado continuamente. Na esteira, o centro de massa fica estático e o piso “desaparece”, movendo as pernas do corredor para trás do corpo. O atleta então tem de mover a perna de apoio de volta à frente do corpo, reposicionando-a para manter o centro de massa estável. Com isso, o corredor acaba dando pequenos saltos ao invés de empurrar seu corpo à frente a partir do pé de trás, como em uma corrida na rua. O movimento da esteira também faz com que a parte da frente dos pés entre em contato com o piso mais rápido do que na rua.

Porém, com alguns cuidados, correr na esteira traz mais vantagens que desvantagens (veja abaixo) e pode ajudar corredores de todos os níveis a melhorar seus desempenhos e a treinar mais assiduamente. Além de permitir alguns momentos à frente da televisão ou lendo, sem nenhuma culpa...

Vantagens
Facilita a avaliação e a correção da mecânica de corrida. Você ou seu técnico poderão observar como está sua passada, sua pisada, assim como seus limiares, ritmos e outras variáveis que seriam difíceis de se medir em uma corrida ao ar livre.

A esteira “dribla” os imprevistos meteorológicos e previne contra assaltos em corridas solitárias à noite.

É o aparelho que mais queima calorias (se comparado com bicicletas estácionarias, escadas e aparelhos de remo), segundo um estudo recente do Journal of the American Medical Association.

Oferece melhor amortecimento do impacto de cada passada, comparado ao treino na rua;
Possibilita constante monitoramento do ritmo, ajudando na percepção e manutenção do passo;

Facilita entender a relação freqüência cardíaca x velocidade, já que ambos são medidos e mostrados em tempo real, durante todo o exercício;

Uma sessão de esteira bem montada e bem executada pode ter mais qualidade do que na rua, já que o corredor pode variar a velocidade e a intensidade do exercício de forma mais precisa, obtendo um treino mais objetivo e científico;

A esteira exige mais concentração no movimento do que quando se trota no parque, batendo papo com os amigos. Esse foco na forma acaba se transferindo para a corrida na rua. Aliás, a grande maioria dos benefícios do trabalho na esteira acaba se transportando para a corrida ao ar livre, qualquer que seja o seu nível de treinamento.

Desvantagens:
• A temperatura em ambientes fechados geralmente é mais alta do que ao ar livre, e a falta de vento vai fazer você transpirar mais, perdendo mais líquidos.
• Um dos fatores que mais pesam na dificuldade de correr ao ar livre é a resistência do vento. Como essa resistência não existe na esteira, convém sempre aumentar um grau de inclinação ou alguns quilômetros na velocidade para igualar a intensidade entre os ambientes.

Cuidados:
• Assegure-se de dispor de uma boa esteira (boa largura e amortecimento), instalada em local com boa ventilação de ar.
• Ao correr na esteira pela primeira vez, não se assuste se sentir-se um pouco sem coordenação, com movimentos pouco naturais. Comece andando, até se sentir mais confortável com o sentimento do seu pé sendo puxado para trás pela esteira.
• Só use as barras de apoio quando começar andar e esqueça-as quando começar a correr. Resista à tentação de correr se apoiando com as mãos nas barras da esteira, seja qual for a inclinação. Lembre-se que na rua você não tem onde se apoiar.
• Olhe para o painel da esteira até se sentir a vontade para olhar à frente. Alterne até conseguir olhar em volta e eventualmente você irá fazer sua sessão inteira assistindo televisão ou conversando. Evite olhar para seus pés ou os pés de outras pessoas em esteiras a seu lado.
• Não deixe de se hidratar bem antes, durante e depois do exercício. Ventiladores ajudam muito.
• Corra ereto e balance seus braços como se estivesse correndo na rua. Deixe os ombros relaxados.
• Tente fazer com que seu pé entre em contato com a esteira ligeiramente abaixo da metade de trás de sua sola e role para frente, para a “bola” do pé.
• Ao sair da esteira é normal sentir-se um pouco desorientado por alguns minutos. Use esse tempo para alongar-se e aclimatar seu corpo de volta a “terra firme”.

REVISTA O2 - EDIÇÃO 07

quinta-feira, junho 05, 2008

Tipos de Pisada

Hoje em dia o marketing e a tecnologia estão se atentando cada vez mais as necessidades dos esportistas, ouvimos muito falar do tenis ideal para determinado tipos de pisada, mas ... quais são essas pisadas ?

por Donata Lustosa

Todo esporte precisa ser praticado com equipamento adequado. Na corrida não é diferente. O tênis é o principal item desse esporte e deve ser escolhido de forma cuidadosa para não causar aquela dor no pé e lesão.

Mas antes de escolher o modelo do tênis, o corredor precisa conhecer os diferentes tipos de pisada. Existem três tipos de pisada:

Pisada neutra: onde se inicia o contato com
o solo do lado externo do calcanhar e então ocorre uma rotação moderada para dentro, terminando a passada no centro da planta do pé.

Pisada pronadora: onde a pisada também se inicia do lado externo do calcanhar, ou algumas vezes um pouco mais para a parte interna, para então ocorrer uma rotação acentuada do pé para dentro, terminando a passada perto do dedão.

Pisada supinadora: onde a pisada inicia no calcanhar do lado externo e se mantêm o contato do pé com o solo do lado externo, terminando a pisada na base do dedinho.

Existem diversas formas para descobrir o seu tipo de pisada. A mais simples pode ser feita em casa. Basta pegar um calçado usado e analisar a sola. Segundo a fisiologista Eliana Beretta, o corredor deve olhar o desgaste na planta do pé. “Se este desgaste ocorrer no centro da planta do pé a pessoa apresenta
tendência a pisada neutra; se este desgaste ocorrer do lado interno na planta do pé a pessoa tem tendência a pronação; se este desgaste ocorrer do lado de fora na planta do pé a pessoa apresenta tendência a supinação”, conta.

Para um resultado mais preciso aconselha-se fazer o exame baropodométrico. O teste é feito através de uma palmilha composta de filetes computadorizados que identificam os pontos de maior tensão da pisada e transmitem os dados para um computador. “O teste com a palmilha minimiza a margem de erro porque avalia a pisada da pessoa com o tênis, ao contrário de alguns testes que são feitos com pé descalço. Isso porque, a palmilha analisa a característica do pé dentro do calçado em momentos distintos, ou seja, quando a pessoa está parada, quando está caminhado e por fim correndo”, conta Felipe Machado, fisioterapeuta do Instituto do Esporte.



Pisada Neutra - Pisada Pronada - Pisada Supinada

segunda-feira, junho 02, 2008

Participar de uma maratona


Participar de uma maratona, correr 42.195 Km com certeza é um desafio para poucos, poucos guerreiros que ousam se desafiar, alcançar o limite, sentir o frio da dor e pensar em desistir e neste momento se superar e alcançar com maestria o objetivo traçado.

A maioria dos esportistas que participam estão longe de disputarem a vitória, pois esta é para menos pessoas ainda, pessoas favorecidas genéticamente mas lá estão para superar um desafio que elas mesmo se impuseram e baixarem seus próprios tempos.

Sempre participo de provas de 10 Km, meu recorde de distância foi 22 KM mas nunca passei deste número, porém passado o final de semana da Maratona de São Paulo em que muitos venceram este desafio pela primeira vez, começo a traçar o objetivo de correr ano que vem a primeira maratona, sendo assim, fiz uma pesquisa para entender o que é necessário e como é participar de uma prova tão longa e extenuante.

Vou postar o relato de uma pessoa normal como nós, que depois de uma corrida de 15 Km decidiu iniciar os treinamentos e participar de uma maratona, depois de 4 meses de muito treino e dedicação chegou o dia do objetivo, se deliciem com o relato da jornalista Yara.

"

O GRANDE DIA...

Enfim, o domingo, 25, amanheceu frio. Cerca de 10 graus. Fui para a largada feminina, às 7 da manhã, feliz como uma criança. Eram poucas mulheres - por volta de 200. Para mim era tudo diferente. Nunca havia participado de uma prova com largada tão cedo (ainda estava um pouco escuro quando chegamos ao local da prova) e com tão pouca gente.

Foi dada a largada e eu comecei a entrar em uma espécie de transe. A ansiedade ali, fazendo o coração acelerar além da conta. Tanto que completei o primeiro km em 5’12”. Tinha muito chão pela frente e claro que tratei de focar e me equilibrar. Pouco tempo depois já havia encontrado meu ritmo - graças a muito treino, eu aprendi a encontrar minha “velocidade de cruzeiro” e sigo nela sem grandes variações. E continuei. Os primeiros quilômetros tinham mesmo um ar de “sonho”, de “filme noir”. O céu cinzento, as ruas vazias, as corredoras se espalhando, começando a correr mais isoladas. Não foi uma sensação de solidão, mas sim um momento de interiorização. E foi um muito lindo. Olhava para o céu, agradecia a Deus por estar ali...

Pouco mais adiante, os deficientes e os homens, que tiveram a largada um pouco mais tarde, às 7h20, já me alcançavam. Vi um cego correndo muuuuito com seu guia. Tudo me emocionava. "


MEUS RECORDES...

Estava me sentindo tão bem... E fiquei feliz quando cruzei o km 10 com 54’06” - meu segundo melhor tempo na distância. O tempo todo, no entanto, dizia a mim mesma que era só o começo, que eu prestasse atenção para não me entusiasmar demais. Adiante, entramos numa avenida muito comprida, onde ventava muito e onde começou a garoar, aumentando o frio. Fui fazendo a reposição energética com carboidrato em gel e lembrando das orientações de amigos maratonistas mais experientes - especialmente o Melo.

Lembro que pensei “se eu chegar bem no km 14 vai dar tudo certo”. No 14 era fácil chegar mesmo (rsrsrs), mas era uma forma de me motivar, de me colocar metas ali dentro da Maratona. Alguns amigos iam passando, um chamando o nome do outro, desejando boa prova... Eu estava correndo tão bem que meu pensamento era um só: “meu corpo foi feito para isso, meu corpo foi feito para correr”.

Também lembrava de algumas músicas e de uma, em especial: Tropa de Elite. É que nos últimos dias antes de embarcar para Porto Alegre, conversando com um amigo (o Eduardo) no MSN, ele falou dessa música, destacando o trecho "hoje o bicho vai pegar".

Estava louca para chegar ao km 21 e ver qual seria meu tempo na Meia Maratona. E cravei 1h57m - meu recorde na distância (antes, o melhor tinha sido 2h03m). Não parava de fazer contas, tentando prever em quanto tempo terminaria.

Um pouco mais adiante, por volta do km 24, um maratonista começou a correr a meu lado. Ficamos um ditando ritmo ao outro e até conversamos um pouco. Ele falou que estava gostando de correr a meu lado porque eu mantinha um ritmo constante, sem grandes variações. Por um lado a companhia era boa, justamente para não vacilar com o ritmo, por outro pensava que aquele papo poderia me desconcentrar. E fomos indo...

Continuava a fazer as contas mentalmente e já estava achando que se eu continuasse daquele jeito, poderia completar em quatro horas ou até um pouco menos. Estava “me achando”.

O TEMÍVEL KM 30...

Mas eis que chega o km 30. Ali, bem ali, meu ritmo começou a cair. Bateu cansaço e uma dor na altura dos quadris. Naturalmente eu comecei a diminuir. Eu queria manter, queria me forçar um pouco, mas meu corpo não obedecia. O meu companheiro de prova seguiu adiante e eu reduzi. Lembro que parei num posto de Gatorade e, como desculpa para beber com mais calma, andei uns poucos passos. É claro que eu não ia desistir, mas precisava dar um jeito de melhorar o ritmo. E tirei forças sabe-se lá de onde.

No treino mais longo que eu havia feito, percorri 34 km. Então, até os 34 km eu já havia experimentado. Dali para frente seriam os quilômetros que tantas vezes visualizei nos treinos. E a partir do 35, a gente entra em um trecho comprido da prova, tendo o Rio Guaíba à direita. Absurdo pensar isso, mas você acha que os quilômetros são maiores do que no início. E tinha que ir até o fim dessa avenida, fazer a volta e retornar para então se dirigir à chegada. Quer dizer, você vê as pessoas voltando e fica pensando onde é que fica o retorno. A essa altura eu tinha retomado um pouco ritmo. A cada quilômetro, mais contas. Mesmo que eu fizesse esses quilômetros finais a 7 minutos cada, chegaria em menos de 4h12. Mas eu fechava cada quilômetro por volta de 6 minutos. Era só administrar.

VONTADE DE CHORAR...

Finalmente, no bendito retorno, a gente já estava no km 39. Nesse trecho, tinha um casal correndo lado a lado. Ele falava para ela: “eu te amo cada dia mais. Você é uma vencedora. Olha só aonde você já chegou...” Palavras de incentivo para que ela não diminuísse. Teve um momento que o rapaz falou: “você tem duas pernas, dois braços, é perfeita, só tem a agradecer por estar aqui...” Não agüentei a emoção. Tive vontade de chorar. Sabe aquela emoção súbita e muito forte, de quase faltar o ar? Ameacei mesmo chorar, a respiração foi ficando ofegante. Mas pensei: “se eu chorar agora vou ficar sem ar e não vou conseguir correr”. Controlei a respiração, agradeci por estar ali, faltava muito pouco. Consegui até me distanciar do casal, não sem antes passar pelo cara e dizer que a atitude dele estava me emocionando.

Já por volta do km 40, a Nara chegou para me acompanhar de bicicleta. Quase chorei de novo. Ela falou tanta coisa bacana, que eu estufei o peito e me senti mesmo muito especial. No km 41, era correr com toda a força que ainda restava. Dali até a chegada parece que passou muito rápido.


O GRANDE FINAL...

A poucos metros da linha de chegada, avistei meus filhos, que estenderam um cartaz, escrito: “Parabéns, mamãe! Você conseguiu. Amamos você!” Chamei o Antônio para me acompanhar na reta final. Ele me deu a mão e seguimos alguns poucos metros, mas a organização não deixou que ele cruzasse a linha comigo. Então cruzei a chegada e ele ficou para trás (acabou se perdendo da irmã e alguns minutos depois eu fui chamada no autofalante para resgatá-lo, tadinho!!!). Parei meu relógio com exatas 4h04m.

Ali na chegada encontrei meus amigos Tomaz, Sérgio e Iotti, da Contra Relógio. Fizemos festa, tiramos fotos. Foi muito legal. E após ter resgatado o Antônio, voltei para a barraca da equipe PerCorrer Widex, que me deu apoio durante o percurso todo. Também encontrei o Ricardo, o Marco e o MM, da PlayTeam, tiramos fotos orgulhosos de nossas medalhas.

Com o corpo frio, as dores começaram a aparecer. Doíam as pernas, os pés, as costas, mas ao mesmo tempo eu sorria, feliz. Nada me incomodava. Meus pés não sofreram quase nada: as unhas estavam intactas e apenas duas pequeníssimas bolhas surgiram. Andei um monte ainda até pegar um táxi e ir para casa.

Passei o dia como se tivesse ganho na loteria. Endorfina pura. Comemoramos eu, meus filhos, a Nara e o Vitor (que fez um tempo muuuuuito bom, 3h17m).

Dormi bem. Acordei ainda com algumas dores musculares, especialmente nas coxas. Voltamos para SP na manhã de segunda-feira - confesso que ainda com alguma dificuldade para subir e descer escadas. Mas agora, no final da noite de segunda-feira, as dores são vagas lembranças. Estou muito bem!

Obrigada a todos que me acompanharam, que me ajudaram, que me deram forças, que curtiram comigo essa trajetória. Não fiz uma maratona para experimentar, para ver como é que era. Fiz porque tinha a certeza de que eu iria querer mais. E quero. Que venha a próxima!!! "


Este foi o relato de Yara Achôa, jornalista e dona do blog : http://yaraachoa.zip.net/ .


E você, pronto para encarar ? Quem sabe ano que vem eu posto meu relato sobre meus primeiros 42 Km, abraço a todos.


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