Google+ Endorfinando - Paixão por Esportes

segunda-feira, novembro 12, 2018

Delivery Online - iFood

Resolvi escrever este texto, dividido em algumas partes para expor aos que pretendem empreender/investir em delivery online possam saber os desafios que os esperam e também na esperança de que alguém que trabalhe em alguma das plataformas aqui citadas possam saber o que os restaurantes passam e levar adiante tais dificuldades e quem sabe saná-las.

Neste texto serão citados três aplicativos de delivery: a) Ifood, b)UberEats e c)Rappi.

Ifood

Apesar de não ter sido o pioneiro é talvez o primeiro nome que nos vem a cabeça quando mencionamos app`s de comida.
Não vou entrar no mérito de sua história etc e sim focar em suas funcionalidades, vantagens e desvantagens.

Importante ressaltar uma coisa, para os restaurantes o iFood se divide em duas modalidades (embora ambas aparecam na mesma ferramenta para o cliente final):

  1. Ifood Normal

Consiste apenas na exposição da loja na plataforma, o restaurante é responsável pela entrega dos pedidos e pagamentos (embora possa aceitar a opção de pagamento online do iFood), o restaurante paga uma comissão geralmente de 12% por cada pedido concluído.
Vantagens:

1)Fluxo de caixa pois você pode enviar sua própria maquininha;
2) Avaliações Clientes- nesta modalidade você consegue visualizar e responder as avaliações recebidas, ótimo termômetro para você sentir seu produto e corrigir algum desvio de caminho;
3) Definição de turno de Trabalho- nesta modalidade você entra na ferramenta e seleciona livremente qual turno seu restaurante irá trabalhar podendo ser alterado a todo instante.
4) Suporte- nesta modalidade a turma do suporte responde todas suas reivindicações via email.
Desvantagens:

1) Acredito que nesta modalidade a única desvantagem passa a ser a administração de motoboys e/ou parceria com empresas que o façam pois podem elevar e muito o custo da operação, somando os 12% de comissão mais o custo de entrega pode ser algo que aniquile sua margem de contribuição.

b) Ifood Delivery

Consiste no Ifood ser responsável por sua logística e pagamentos recebidos, ou seja, o cliente pede, o ifood recebe o pagamento, envia o motoboy para a loja e entrega ao cliente, poderíamos resumir em algo como: O restaurante só se preocupa em receber o pedido e cozinhar, todo o resto é com iFood.
Na teoria essa modalidade tiraria as preocupações do restaurante com a logística mas na prática infelizmente não é isso que ocorre.
Nessa modalidade a maioria dos usuários finais nem sabem que existem, apenas fazem o pedido sem desconfiar que é o iFood o responsável por toda logística, e é ai justamente que começam os problemas e minhas críticas, pois quando da erro o cliente nao sabe que APENAS o suporte do ifood pode tomar alguma atitude e nao o restaurante, porém o ifood não comunica isso aos clientes, direcionando todas reclamações aos restaurantes, obrigando os restaurantes a ficarem horas e horas tentando ligar no suporte para resolver algum problema cuja responsabilidade é do Ifood.

Vantagens: A vantagem desta modalidade é você tirar a preocupação de pedidos fakes, fraudes e principalmente eliminar a logística, deixando a mesma com o ifood.

Desvantagens, vou começar pelas menos problemáticas:

  1. Avaliações: por algum motivo bizarro nesta modalidade o restaurante não consegue visualizar as avaliações, nos obrigando a entrar como cliente final para tentar ver as notas recebidas pelas pedidos.
  2. Horário de funcionamento: Você não consegue editar pela plataforma, tem que ligar no suporte e pedir para alterações.
  3. Suporte: Nesta modalidade o suporte via email nao te responde de jeito nenhum nem com macumba ou benção do papa.
  4. Repasse de pedidos com problemas: As vezes ocorre de o motoboy não encontrar o cliente ou mesmo do motoboy nao entregar e sumir com o pedido, nesses casos o cliente fica enfurecido e liga para você que por sua vez aciona o suporte, quando o restaurante da sorte, consegue ser atendido pelo suporte em menos de 30 minutos, o suporte constata que o motoboy sumiu com o pedido e isso gera duas situações a) o suporte pede para você confeccionar um segundo prato e garante que você será ressarcido do pedido perdido e b) o cliente cancela o pedido e o iFood garante que você será ressarcido, ok afinal problemas podem ocorrer em tudo mas a verdade é que tal ressarcimento nunca ocorre, ele não aparece em nenhum relatório e quando você entra em contato com o financeiro, passa o número dos chamados, estranhamente a chamada cai e você pode contabilizar tais pedidos no final do mês como prejuízo pois VOCE NAO IRA RECEBER O RESSARCIMENTO, em outros apps como o ubereats quando acontece algum problema do tipo, o repasse do pedido que deu problema ocorre na hora.
  5. Logística: Ao contrário dos demais apps você não recebe nenhuma informação de qual motoboy ta vindo retirar o pedido ou se realmente tem algum motoboy vindo retirar o pedido, aqui fica muito claro que o para o iFood apenas o cliente final importa e nao os outros elos (motoboy e restaurante), eu penso que para a ferramente dar certo os 3 elos tem que estar felizes, afinal um depende do outro mas vou explicar melhor o que ocorre, no iFood se entrar 10 pedidos no mesmo minuto você não consegue informar se você vai atrasar um pouco, ele envia os motoboys ao mesmo tempo, portanto se as 19:05 entraram 10 pedidos via iFood as 19:10 terão uma fila de 10 motoboys na sua porta, eles nao tem culpa pois foram acionados e o restaurante nao tem culpa caso atrase para os motoboys pois as ordens entraram ao mesmo tempo. Em outras plataformas todo pedido que entra você pode sinalizar o tempo que irá levar, assim você administra facilmente casos de chuvas de pedidos sem formar filas de motoboys na sua porta, respeitando assim o tempo do motoboy e evitando tumulto na sua calçada. O contrário também ocorre, eventualmente nenhum motoboy aparece para retirar o pedido e você tem que passar horas no suporte para conseguir ser atendido e pedir alocação manual, mais uma vez o cliente recebe o pedido com atraso(ou nao recebe) e detona o restaurante quando o responsável é unicamente o ifood.
  6. Logística 2: Nos demais apps você consegue avaliar os entregadores e isso e`fundamental para a plataforma saber quando deve privilegiar ou mesmo cortar determinado entregador do sistema porém no iFood Delivery você sequer sabe o nome do gajo e tampouco consegue fazer quaisquer avaliação. Já aconteceu de entregador bêbado ficar causando na minha porta, ou de entregador mal humorado chegar sentando a buzina, incomodando clientes e voce nao consegue fazer nada a respeito.
  7. Suporte X Financeiro: O Suporte diz que temos que ligar no financeiro para cobrar os repasses de pedidos que sumiram nas maos dos entregadores e o financeiro diz que apenas o suporte pode resolver isso, resumindo mais uma vez, VOCE NUNCA SERA RESSARCIDO.

Resumindo vantagens e desvantagens: o preceito do restaurante apenas se preocupar em cozinhar cai todo por terra, você terá que lidar com prejuízos financeiros e de imagem, perder horas a fio ligando no suporte e sofrendo com um sistema engessado e travado. Por esses motivos que em horários de pico eu desligo o iFood e privilegio as demais plataformas que permitem você controlar o tempo de acionar entregador, avaliar o entregador e saber que se der problema na hora você recebe o repasse. O iFood tem que começar a respeitar a tríade como um todo e não somente o cliente final ou o gigante com pouca musculatura pode naufragar enquanto assiste os demais crescendo justamente onde o iFood falha.

quinta-feira, novembro 01, 2018

Eramos 7 - Preta/Picotinha (2004-2018)



Descansou. Partiu. Minha linda e doce Picotinha que exatamente uma semana atras estava caminhando comigo na rua de manha precisou descansar.
Apos alguns dias de dor,sofrimento, seu martírio chegou ao fim, já não sente mais nada, já eu, sinto, tristeza, saudades e alegria pelos 14 anos em que estivemos juntos.

Filha da minha labradora Dara com o Coronel Juca, percebo como dei sorte dela ter sobrado daquela ninhada e ficado conosco.

Era pequena e magra no inicio, sobia no sofá e gostava de ficar atras do meu pescoço entre meus ombros, valente e guerreira sobreviveu a dois evenenamentos, uma piometra, engordou e ficou super charmosa.

Durante alguns anos dormia comigo na minha cama, depois resolveu que ja era crescidinha demais para isso, me recordo em 2011, quando voltava do trabalho e encontrei na minha cama meu Garmin novinho absolutamente destruído pela minha Picoteira, não consegui nem ficar bravo e ate hoje guardo o relógio destruído, rs.

Pezinhos meio tortos, que cresciam unhas que não se desgastavam ao caminhar pela anatomia dos pes, reclamava quando tinha que cortar as unhas e mesmo assim era boa de bote e foi o terror dos pássaros e assim como seu pai de alguns ratos.

A idade foi chegando e a preguiça também, desenvolveu o gosto de dormir de barriga pra cima, ah que delicia de sono e mesmo quando sua mobilidade jà não era a mesma descobriu que adorava caminhar comigo todo dia ate a esquina ou um pouco mais, bastava eu chegar que ela vinha e mesmo tortinha, ela do seu jeito, com a pata travada dava um caminhar rápido quando eu abria a porta e a convidava para passear. Boa de apetite, amava pedir comida na cozinha e degustar suas bolachinhas, enquanto a Ethel comia em 10 segundos, a Santa Picotinha levava seus 2 minutos saboreando seu petisco.

Ja faziam muitos anos que nao dividíamos a mesma cama, espero te-la feito lembrar desses otimos momentos nessas duas ultimas madrugadas e te dado algum conforto e calor.

Dona de um olhar meigo e unico, minha Pretinha/Salamandra/Picotinha partiu e juntou-se aos outros 6, minha Santinha foi a ultima remanescente da turma do Juca (Dara, Nina, Juca, Natascha, Cintia, Teddy e agora, Picotinha).

Voa linda.... corra como antigamente. Saudades.

quarta-feira, outubro 25, 2017

Empreender = Endorfinar

Faz tempo que não escrevo neste que nada mais é do que um arquivo pessoal de treinamentos, provas e lembranças, afinal, quando tiver meus 120 anos poder revisitar essas páginas virtuais na cia dos meus bisnetos e tataranetos e vislumbrar esses momentos de Endorfina.


Faz tempo que não escrevo justamente pq em 2017 embarquei em um projeto pesado, que consome muito tempo que é o empreender, a ideia inicial era uma lanchonete virtual (que atende via APPs) e que hoje vai abraçar tb a viagem de abertura ao público.


E depois de quase 8 meses nesse barco estava refletindo, o esforço de empreender neste pais, as margens de manobra em meio a tempestade e tantas outras questões reflete bem com o tema deste blog, que é a endorfina, afinal tem que endorfinar muito para se manter motivado e guiando sempre em frente, vencer opiniões que nada agregam, escutar as opiniões sinceras e verdadeiras e sempre olhar as coisas com ótica construtiva.


Ainda preso na Matrix mas com um pouco mais de autonomia da vida dentro da Matrix, fica o convite para em Novembro conhecerem a loja do Theo’s Hot Dog, a única loja cujo dono é um simpático vira-lata administrada por seu tutor 😉








quinta-feira, fevereiro 16, 2017

Review Cadence Sensor Bontrager

Quando comprei a Riff 50 SR, resolvi colocar o sensor de cadência da Bontrager pois o mesmo custa cerca de 1/3 do valor do Garmin (cujo qual eu tenho em outra bicicleta).


Apenas para situá-los eu utilizo o Garmin Fenix 3 com o suporte para o guidão da bicicleta.
Infelizmente a opção por esse sensor mostrou-se um grande erro, apesar da marca ser ótima e pertencer a Trek ele me frustrou e muito, talvez eu tenha dado azar e pego um sensor com defeito ou talvez a interface dele com o Garmin não seja das melhores, não sei, o que sei é que ele não me atende.

Primeiro não estava conseguindo fazer o Fenix 3 reconhece-lo, troquei a bateria e consegui, no entanto ele oscila durante a pedalada, além de ter uma resposta mais lenta que o meu sensor da Garmin (você começa a pedalar e ele demora a mostrar no relógio o resultado), ele simplesmente para a marcação durante as pedaladas e volta quando "bate a vontade nele".
Enviei um email a Trek que afirmou que provavelmente o meu modelo estava com defeito mas ao ler foruns na internet vi que o modelo vem decepcionando ciclistas em todos cantos do mundo, ainda acho que o problema seja na compatibilidade com o Garmin mas enfim, a lição que ficou disso é que sempre temos que tomar cuidado com opções genéricas e mais baratas :( .

quinta-feira, janeiro 12, 2017

segunda-feira, dezembro 12, 2016

Groove Riff 50 SR 2017 - Primeiras Impressões

Mal peguei a minha nova magrela e já me mandei para o Armazem do Limoeiro (restaurante com estradas de terra entre Itu/Itupeva) para testá-la.


Minha experiência anterior com MTB era o tradicional sistema de 3 coroas e 27 velocidades (Riff 50 2015) equipada com grupo Shimano Alivio, portanto nunca havia pedalado sequer as bikes com 20 velocidades e pulei direto para uma de 11 velocidades.

Antes da experiência em si, a Riff 50 SR 2017 marca a estréia da Groove utilizando componentes Sram e a mesma vem equipada com o grupo NX (grupo de entrada no mundo das 11 velocidades e equivalente ao grupo Shimano SLX).


Pois bem, bike regulada, sapatilha no pé e bora pedal, de primeira pude sentir toda precisão do grupo NX com trocas rápidas e seguras de marcha, sem equívocos de pulo de marcha.
Também senti a perda de velocidade (afinal, não tinha a terceira coroa pra socar no pedal) mas notei a facilidade para subidas (ou menos sofrimento?), isso também se deve a nova geometria que é bem agressiva se comparado a minha Riff anterior.





Por um lado é muito bom não se preocupar com o passador na mão esquerda mas por outro você não consegue uma mudança repentina de velocidade (exemplo, você está em uma marcha leve e muda para a maior coroa no sistema tradicional), natural, tem que ir uma por uma porém não chega a ser um empecilho e sim uma questão de costume, talvez em uma disputa quem tenha mais de uma coroa leve vantagem mas não acho que seja grandes coisas.

Devido a um problema de percurso, rodei apenas 27km mas mesmo com um pouco de barro e muita terra a bike se manteve precisa (óbvio que isso também se deve ao fato de tê-la buscado na loja no dia anterior toda reguladinha), a suspensão Rock Shox XC30 também cumpre bem seu papel.


Resumo: Adorei a Bike, acho que o ponto positivo da questão das 11 velocidades é você não ter que se preocupar com trocador da mão esquerda, consequente pequeno alivio de peso, precisão do cambio Sram NX e um ponto que eu tenho que me acostumar é que não terei mudança brusca na marcha devido ao fato de ter apenas uma correia.

Obs: Realmente o armazém do Limoeiro fechou mas isso não impede de ir ao local, estacionar o carro nos mesmos locais de antes e existe um movimento na cidade de tentativa de reabertura do restaurante, vamos ver...



terça-feira, novembro 29, 2016

quarta-feira, novembro 09, 2016

Pedalando com Sapatilha "Clipless"

Depois de quase um ano pedalando pela uma "Road Bike" sem experiência prévia, resolvi testar "andar clipado"(apesar de que o termo correto não é esse mas isso discutimos depois).

O pedal escolhido foi o: "540 Road Speed Clipless de Encaixe SPD-SL" e a sapatilha : "Giro Treble II".


Aproveitei que tinha que fazer os ajustes no taco e já fiz um bike fit (foi bem demorado, cerca de 3h30) e aproveitei para testar no rolo do bike fit.

Dia seguinte e vamos pedalar, depois de um breve ensaio na garagem do prédio rumei para a ciclovia da marginal pinheiros, na ida tive alguns probleminhas quando depois de tirar o pé do pedal tinha que encaixa-lo novamente mas nada muito alarmante.

Chegando na marginal rumei para o início do percurso e comecei, confesso que curti, não é uma super diferença mas é perceptível o aproveitamento da potência no pedal, principalmente contra o vento, senti alguma insegurança ao pedalar em pé, pois da medo do pé soltar do pedal mas ai é treino.

Na primeira vinda ao trabalho de sapatilha bati meu recorde em um percurso no Strava mas tive dificuldade em encaixar o pé de primeira pós desencaixe.


Aproveitei para testar a camera Garmin Virb XE e Virb Edit:



Consideração sobre pedal e sapatilha: Curti e recomendo para quem busca mais velocidade e potência.

terça-feira, setembro 27, 2016

Linha Groove 2017 / Shimano Fest

Prezados, tive a oportunidade de ir ao Shimano Fest 2017 neste último sabado no Jockey Club de SP e confesso que fiquei maravilhado com o que vi.

O evento parece cada vez mais consolidado, abrindo os primeiros dias apenas para lojistas e os demais para o público geral, segundo a organização o evento contou com mais de 20.000 pessoas em 4 dias.



Muito bem dividido, tinha um corredor para stands de lojas, diversos stands de fabricantes de bikes, acessórios e vestuário e um corredor maravilhoso de foodtruck, fora a pista de short track que teve disputas bem interessantes.

Entre as marcas nacionais achei interessante os lançamentos de road bikes, entre eles até a Groove como uma nova versão da sua Overdrive 2017, que vem equipada com Shimano Claris e com um preço atrativo.

E falando em Groove, vamos ao que mais me surpreendeu, a linha Riff 2017 com uma grande novidade, a Riff 50 vem em duas versões, uma equipada com Shimano e a outra com Sram, apenas uma coroa e uma pintura incrível de linda, já a versão Riff 90 é uma máquina, também com uma coroa porem com XT, vale a pena conferir no site da empresa que logo mais a mesma estará no catálogo.

Pelo que vi e perguntei, a Groove foi a única nacional que realmente inovou e foi atrás de novidades para 2017 e em uma conversa com um funcionário da Shimano, o mesmo me assegurou que a Shimano deu todo apoio e acompanhou de perto os modelos 2017, assegurando assim que das nacionais é a que mais está "voando" e casando componentes.

 Rhythm 70 Carbon (Foto Pedal.com.br)
Riff 50 SR (Foto Pedal.com.br)

Não ganho nada da Groove pra dizer isso mas eu que já admirava a mesma agora estou ainda mais tentado a fazer um upgrade da minha Riff 50 2015 por uma Riff 90 2017...
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