Google+ Endorfinando - Paixão por Esportes

segunda-feira, fevereiro 18, 2019

Streaming X MP3



Desde que apps como Spotify se tornaram realidade, a morte do formato MP3 era mais que esperado, afinal para que lotar o HD se o streaming estava logo ai ? Ate a desculpa do sinal de dados moveis foi por ladeira abaixo quando o app liberou a função de baixar as musicas e escuta-las mesmo estando offline.

Com este movimento, assistimos o fim do iPod e outros tocadores de MP3, porem isso trouxe um problema. Afinal, se você gosta de se exercitar mas sem levar o celular como faz ? Antes existiam fones de ouvido com cerca de 1giga de armazenamento para escutarmos as MP3 mas como isso virou algo obsoleto as empresas pararam de lançar dispositivos neste sentido. Sera ?

Surgiram algumas solucoes, tal qual o iWatch versão celular na qual você vincula o numero no relógio via operadora e pode sair e deixar o celular em casa emulando as funções do celular no relógio(sim, mesmo a distancia).

Mas e para quem prefere usar um Garmin ou Polar ?

A Garmin lançou alguns modelos que permitem baixar MP3 no relógio (o velho armazenamento interno) e você pode parear um fone de ouvido bluetoth e problema resolvido, também permite serviços de streaming mas não o Spotify.

A JBL também tem seu modelo de fone com armazenamento interno, seja pra MP3 ou streaming.

Ou seja, como podemos ver, a grande vantagem do streaming (a não necessidade de armazenar) vai por água abaixo quando o assunto e`esporte, o MP3 e dispositivos que permitem armazenamento continuam sendo as únicas opções para quem quer treinar sem carregar celular.

quinta-feira, novembro 01, 2018

Eramos 7 - Preta/Picotinha (2004-2018)



Descansou. Partiu. Minha linda e doce Picotinha que exatamente uma semana atras estava caminhando comigo na rua de manha precisou descansar.
Apos alguns dias de dor,sofrimento, seu martírio chegou ao fim, já não sente mais nada, já eu, sinto, tristeza, saudades e alegria pelos 14 anos em que estivemos juntos.

Filha da minha labradora Dara com o Coronel Juca, percebo como dei sorte dela ter sobrado daquela ninhada e ficado conosco.

Era pequena e magra no inicio, sobia no sofá e gostava de ficar atras do meu pescoço entre meus ombros, valente e guerreira sobreviveu a dois evenenamentos, uma piometra, engordou e ficou super charmosa.

Durante alguns anos dormia comigo na minha cama, depois resolveu que ja era crescidinha demais para isso, me recordo em 2011, quando voltava do trabalho e encontrei na minha cama meu Garmin novinho absolutamente destruído pela minha Picoteira, não consegui nem ficar bravo e ate hoje guardo o relógio destruído, rs.

Pezinhos meio tortos, que cresciam unhas que não se desgastavam ao caminhar pela anatomia dos pes, reclamava quando tinha que cortar as unhas e mesmo assim era boa de bote e foi o terror dos pássaros e assim como seu pai de alguns ratos.

A idade foi chegando e a preguiça também, desenvolveu o gosto de dormir de barriga pra cima, ah que delicia de sono e mesmo quando sua mobilidade jà não era a mesma descobriu que adorava caminhar comigo todo dia ate a esquina ou um pouco mais, bastava eu chegar que ela vinha e mesmo tortinha, ela do seu jeito, com a pata travada dava um caminhar rápido quando eu abria a porta e a convidava para passear. Boa de apetite, amava pedir comida na cozinha e degustar suas bolachinhas, enquanto a Ethel comia em 10 segundos, a Santa Picotinha levava seus 2 minutos saboreando seu petisco.

Ja faziam muitos anos que nao dividíamos a mesma cama, espero te-la feito lembrar desses otimos momentos nessas duas ultimas madrugadas e te dado algum conforto e calor.

Dona de um olhar meigo e unico, minha Pretinha/Salamandra/Picotinha partiu e juntou-se aos outros 6, minha Santinha foi a ultima remanescente da turma do Juca (Dara, Nina, Juca, Natascha, Cintia, Teddy e agora, Picotinha).

Voa linda.... corra como antigamente. Saudades.

quarta-feira, outubro 25, 2017

Empreender = Endorfinar

Faz tempo que não escrevo neste que nada mais é do que um arquivo pessoal de treinamentos, provas e lembranças, afinal, quando tiver meus 120 anos poder revisitar essas páginas virtuais na cia dos meus bisnetos e tataranetos e vislumbrar esses momentos de Endorfina.


Faz tempo que não escrevo justamente pq em 2017 embarquei em um projeto pesado, que consome muito tempo que é o empreender, a ideia inicial era uma lanchonete virtual (que atende via APPs) e que hoje vai abraçar tb a viagem de abertura ao público.


E depois de quase 8 meses nesse barco estava refletindo, o esforço de empreender neste pais, as margens de manobra em meio a tempestade e tantas outras questões reflete bem com o tema deste blog, que é a endorfina, afinal tem que endorfinar muito para se manter motivado e guiando sempre em frente, vencer opiniões que nada agregam, escutar as opiniões sinceras e verdadeiras e sempre olhar as coisas com ótica construtiva.


Ainda preso na Matrix mas com um pouco mais de autonomia da vida dentro da Matrix, fica o convite para em Novembro conhecerem a loja do Theo’s Hot Dog, a única loja cujo dono é um simpático vira-lata administrada por seu tutor 😉








quinta-feira, fevereiro 16, 2017

Review Cadence Sensor Bontrager

Quando comprei a Riff 50 SR, resolvi colocar o sensor de cadência da Bontrager pois o mesmo custa cerca de 1/3 do valor do Garmin (cujo qual eu tenho em outra bicicleta).


Apenas para situá-los eu utilizo o Garmin Fenix 3 com o suporte para o guidão da bicicleta.
Infelizmente a opção por esse sensor mostrou-se um grande erro, apesar da marca ser ótima e pertencer a Trek ele me frustrou e muito, talvez eu tenha dado azar e pego um sensor com defeito ou talvez a interface dele com o Garmin não seja das melhores, não sei, o que sei é que ele não me atende.

Primeiro não estava conseguindo fazer o Fenix 3 reconhece-lo, troquei a bateria e consegui, no entanto ele oscila durante a pedalada, além de ter uma resposta mais lenta que o meu sensor da Garmin (você começa a pedalar e ele demora a mostrar no relógio o resultado), ele simplesmente para a marcação durante as pedaladas e volta quando "bate a vontade nele".
Enviei um email a Trek que afirmou que provavelmente o meu modelo estava com defeito mas ao ler foruns na internet vi que o modelo vem decepcionando ciclistas em todos cantos do mundo, ainda acho que o problema seja na compatibilidade com o Garmin mas enfim, a lição que ficou disso é que sempre temos que tomar cuidado com opções genéricas e mais baratas :( .

quinta-feira, janeiro 12, 2017

segunda-feira, dezembro 12, 2016

Groove Riff 50 SR 2017 - Primeiras Impressões

Mal peguei a minha nova magrela e já me mandei para o Armazem do Limoeiro (restaurante com estradas de terra entre Itu/Itupeva) para testá-la.


Minha experiência anterior com MTB era o tradicional sistema de 3 coroas e 27 velocidades (Riff 50 2015) equipada com grupo Shimano Alivio, portanto nunca havia pedalado sequer as bikes com 20 velocidades e pulei direto para uma de 11 velocidades.

Antes da experiência em si, a Riff 50 SR 2017 marca a estréia da Groove utilizando componentes Sram e a mesma vem equipada com o grupo NX (grupo de entrada no mundo das 11 velocidades e equivalente ao grupo Shimano SLX).


Pois bem, bike regulada, sapatilha no pé e bora pedal, de primeira pude sentir toda precisão do grupo NX com trocas rápidas e seguras de marcha, sem equívocos de pulo de marcha.
Também senti a perda de velocidade (afinal, não tinha a terceira coroa pra socar no pedal) mas notei a facilidade para subidas (ou menos sofrimento?), isso também se deve a nova geometria que é bem agressiva se comparado a minha Riff anterior.





Por um lado é muito bom não se preocupar com o passador na mão esquerda mas por outro você não consegue uma mudança repentina de velocidade (exemplo, você está em uma marcha leve e muda para a maior coroa no sistema tradicional), natural, tem que ir uma por uma porém não chega a ser um empecilho e sim uma questão de costume, talvez em uma disputa quem tenha mais de uma coroa leve vantagem mas não acho que seja grandes coisas.

Devido a um problema de percurso, rodei apenas 27km mas mesmo com um pouco de barro e muita terra a bike se manteve precisa (óbvio que isso também se deve ao fato de tê-la buscado na loja no dia anterior toda reguladinha), a suspensão Rock Shox XC30 também cumpre bem seu papel.


Resumo: Adorei a Bike, acho que o ponto positivo da questão das 11 velocidades é você não ter que se preocupar com trocador da mão esquerda, consequente pequeno alivio de peso, precisão do cambio Sram NX e um ponto que eu tenho que me acostumar é que não terei mudança brusca na marcha devido ao fato de ter apenas uma correia.

Obs: Realmente o armazém do Limoeiro fechou mas isso não impede de ir ao local, estacionar o carro nos mesmos locais de antes e existe um movimento na cidade de tentativa de reabertura do restaurante, vamos ver...



terça-feira, novembro 29, 2016

BoraBike - Mais um Incentivo

Conforme citado em post anterior, este é um dos "prêmios" que o Bora Bike presenteia seus usuários, show de bola.


quarta-feira, novembro 09, 2016

Pedalando com Sapatilha "Clipless"

Depois de quase um ano pedalando pela uma "Road Bike" sem experiência prévia, resolvi testar "andar clipado"(apesar de que o termo correto não é esse mas isso discutimos depois).

O pedal escolhido foi o: "540 Road Speed Clipless de Encaixe SPD-SL" e a sapatilha : "Giro Treble II".


Aproveitei que tinha que fazer os ajustes no taco e já fiz um bike fit (foi bem demorado, cerca de 3h30) e aproveitei para testar no rolo do bike fit.

Dia seguinte e vamos pedalar, depois de um breve ensaio na garagem do prédio rumei para a ciclovia da marginal pinheiros, na ida tive alguns probleminhas quando depois de tirar o pé do pedal tinha que encaixa-lo novamente mas nada muito alarmante.

Chegando na marginal rumei para o início do percurso e comecei, confesso que curti, não é uma super diferença mas é perceptível o aproveitamento da potência no pedal, principalmente contra o vento, senti alguma insegurança ao pedalar em pé, pois da medo do pé soltar do pedal mas ai é treino.

Na primeira vinda ao trabalho de sapatilha bati meu recorde em um percurso no Strava mas tive dificuldade em encaixar o pé de primeira pós desencaixe.


Aproveitei para testar a camera Garmin Virb XE e Virb Edit:



Consideração sobre pedal e sapatilha: Curti e recomendo para quem busca mais velocidade e potência.

terça-feira, setembro 27, 2016

Linha Groove 2017 / Shimano Fest

Prezados, tive a oportunidade de ir ao Shimano Fest 2017 neste último sabado no Jockey Club de SP e confesso que fiquei maravilhado com o que vi.

O evento parece cada vez mais consolidado, abrindo os primeiros dias apenas para lojistas e os demais para o público geral, segundo a organização o evento contou com mais de 20.000 pessoas em 4 dias.



Muito bem dividido, tinha um corredor para stands de lojas, diversos stands de fabricantes de bikes, acessórios e vestuário e um corredor maravilhoso de foodtruck, fora a pista de short track que teve disputas bem interessantes.

Entre as marcas nacionais achei interessante os lançamentos de road bikes, entre eles até a Groove como uma nova versão da sua Overdrive 2017, que vem equipada com Shimano Claris e com um preço atrativo.

E falando em Groove, vamos ao que mais me surpreendeu, a linha Riff 2017 com uma grande novidade, a Riff 50 vem em duas versões, uma equipada com Shimano e a outra com Sram, apenas uma coroa e uma pintura incrível de linda, já a versão Riff 90 é uma máquina, também com uma coroa porem com XT, vale a pena conferir no site da empresa que logo mais a mesma estará no catálogo.

Pelo que vi e perguntei, a Groove foi a única nacional que realmente inovou e foi atrás de novidades para 2017 e em uma conversa com um funcionário da Shimano, o mesmo me assegurou que a Shimano deu todo apoio e acompanhou de perto os modelos 2017, assegurando assim que das nacionais é a que mais está "voando" e casando componentes.

 Rhythm 70 Carbon (Foto Pedal.com.br)
Riff 50 SR (Foto Pedal.com.br)

Não ganho nada da Groove pra dizer isso mas eu que já admirava a mesma agora estou ainda mais tentado a fazer um upgrade da minha Riff 50 2015 por uma Riff 90 2017...
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